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O PLANO DA SALVAÇÃO

22 de junho de 2010

TEXTO BÁSICO: “Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem o seu ouvido, agravado, para não poder ouvir”. (Isaías 59.1)

Atualmente, vivemos em um mundo conturbado, frenético e paradoxal. Onde os valores éticos, morais e cristãos tem sido subvertidos e aviltados. Onde muitos estão em busca de seu bel prazer, de suas satisfações pessoais e negligenciam o Salvador.

Afinal de contas estamos vivendo o mesmo cenário contemplado por Noé, pois comiam, bebiam, davam-se em casamento e rejeitavam a Deus, ou seja, viviam apenas e tão-somente para os seus próprios deleites. O que continua a se reproduzir nos tempos atuais.

Até por que, hoje, à luz dessa sociedade pragmática e empírica ao qual nós vivemos, o que importa é viver o “aqui e agora” da melhor maneira possível sem se importar com o futuro, como se nossas escolhas, decisões e atitudes não ensejassem maiores complicações e não trouxessem em seu bojo conseqüências.  O que é um grande equívoco!

Até por que, a palavra de Deus nos diz que:

“Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu”. (Mateus 18.18)

Percebam, portanto, que o nosso agir traz conseqüências.

Ademais, atualmente, prega-se muito a respeito de se auferir sucesso, triunfar, vencer e conquistar, mas poucos anunciam a verdadeira essência do evangelho que é salvar.

E em meio a esta celeuma eu lhes pergunto: O que você pretende da vida? Se você for jovem, é provável que pretenda estudar, cursar o ensino superior ou terminar o curso que está fazendo. E depois? Talvez aprender uma outra língua, conhecer novas culturas, novos povos e fazer um intercâmbio. E depois? Ter uma profissão e ser bem-sucedido nela, penso eu. E depois? Talvez encontrar seu par perfeito. E depois? Constituir família e ver seus filhos crescerem e também se realizarem. E depois? Se aposentar, talvez, viajar e ver seus netos crescerem. E depois?

Depois a morte. Se você acha que o ser humano não passa de uma feliz combinação de moléculas, deve ser frustrante viver assim, não é mesmo? Afinal, todas as coisas que você planejou, como estudar, trabalhar e constituir família pareciam ter um propósito, mas sua vida, como um todo, não!

Ela não será mais que um “tique e tac” no relógio do tempo universal. Você e todos os seus esforços, planos e aspirações irão virar literalmente pó.
Mas digamos que você seja daqueles que acreditam sim que existe algo depois da morte, porém prefere não pensar nisso agora. Será que você é igualmente relapso quando o assunto é investir seu dinheiro? Será que você é igualmente relapso no que tange a investir vossa riqueza? Será que você é negligente no que tange a investir em vossa carreira profissional?

Acho que não. Certamente você procura no mínimo saber se está investindo num negócio seguro, sem riscos, confiável, rentável, lucrativo e tangível para não jogar fora alguns anos de trabalho suado ou, como diriam alguns, “entrar numa furada, numa fria”, não é mesmo?

E o que dizer do investimento de toda a sua vida?

Afinal, o próprio Mestre dos mestres, Jesus Cristo, chegou a afirmar:

“Não trabalhem pela comida que se estraga, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem lhes dará. Deus, o Pai, colocou nele o seu selo de aprovação”. (João 6.27)

Três pontos importantes que extraio desta afirmação: Primeiro, tudo o que você faz nesta vida é passageiro; segundo, existe uma vida eterna e, terceiro, ela é recebida do Filho de Deus, Jesus, o qual Deus aprovou.

Olhando sobre esta perspectiva, sob o prisma da eternidade, todas as coisas que, outrora, tínhamos como valorosas passam a serem efêmeras, frívolas, inúteis, banais, fugazes e mesquinhas.

Afinal, todas as realizações neste mundo acabam sendo superadas, pois recordes são quebrados, reputações desvanecem e homenagens são esquecidas.

Razão pela qual Paulo chegou a dizer:

“Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo”. (Filipenses 3.7-8)

Toda a glória e o apogeu que Paulo chegou a auferir e conquistar em Roma, pois era filho de uma rica família israelita, doutor da lei, poliglota, culto e escritor ao comparar com a glória, com a salvação, com a vida eterna que recebera ao ter o encontro com Deus em Damasco foi consideradas por Paulo como esterco, escória, em algo sem valor algum ante a algo muito mais precioso e sublime que recebera: Jesus Cristo, donde há vida eterna.

Afinal de contas, tudo nesta vida está sujeito a perecer, a acabar, a exaurir e se extinguir. Fama, sucesso, dinheiro, prestígio, carreira tudo isto passa.

Tanto é verdade que James Dobson tinha na Faculdade a meta de ser campeão de tênis. Ele sentiu-se orgulhoso quando seu troféu foi posto em local de destaque na sala de troféus da faculdade.

Ocorre que, anos mais tarde, alguém lhe enviou o troféu pelo correio. Eles o haviam achado em uma lata de lixo quando a escola foi reformada.

Percebam, portanto, que aquilo que ele tinha como meta, achava valoroso e venerava foi jogado as traças e reduzido a lixo.

Razão pela qual afirmo que absolutamente tudo neste mundo é temporal, passageiro, exíguo, efêmero e transitório!

Tudo o que vemos, contemplamos e admiramos está fadado ao fator tempo, espaço e circunstância.

Afinal, sucesso, prestígio e fama acabam. Nomes que, outrora, eram admirados e aclamados; hoje, não são mais. Casas que antes eram suntuosas, hoje não passam de antiguidades. Carros que, outrora, eram belos; hoje, não passam de velharias jogada as traças em algum ferro velho qualquer.

Será que, realmente, vale a pena investir o vosso tempo num mundo que já está fadado a sucumbir? Ou você prefere depositar vossa energia em algo que é peremptório, eterno, incorruptível e atemporal?

Até por que, a palavra de Deus nos diz em Marcos 8.36-37:

“Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”.

Preocupado com isso, é provável que neste ponto você faça a mesma pergunta que é feita a Jesus no capítulo 6 do evangelho de João: “O que precisamos fazer para realizar as obras de Deus?”. Jesus responde: A obra de Deus é esta: crer naquele que ele enviou”. Sabe o que chama minha atenção nesta passagem? Que eles perguntam de “obras”, no plural, e Jesus responde de uma “obra”, no singular.

Se você for do tipo que se preocupa com a eternidade e está disposto a fazer um milhão de coisas para Deus, esta é a boa notícia: Deus não requer de você coisa alguma além de crer em Jesus, que morreu na cruz em seu lugar para pagar pelos pecados que você cometeu. Após crer nele, Deus usará você como instrumento para as obras que ele preparou de antemão. Você não receberá a vida eterna por tê-las praticado, mas irá praticá-las por a ter recebido.

Perceba, portanto, que Jesus Cristo quer apenas e tão-somente que você creia nele para que seja salvo, pois o resto ele já fez por você: morreu para remir os seus pecados.

Enquanto as últimas palavras de Buda foram: “Continuem se esforçando”. As de Maomé foram: “Ainda não encontrei a verdade”. E as de Allan Kardec foram: “Fora da caridade não há salvação”.

Sabem quais foram as de Jesus?

As de Jesus foram “está consumado”.

Por mais que nos esforcemos e insurjamos contra o pecado e procuremos fazer o bem através da caridade, somos por natureza pecadores, filhos da ira, conforme escrito em Efésios 5.8, bem como, em Efésios 2.3:

“Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz”. (Efésios 5.8)

“Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também”. (Efésios 2.3)

E eu lhes pergunto: Como pecador pode salvar pecador? É impossível!

Enquanto a maioria das religiões prega que você necessita fazer inúmeras coisas para se salvar, precisa vagar neste mundo, passar pelo purgatório, se autoflagelar, fazer caridade; o Evangelho apenas diz o que Cristo ensinou:

“Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa”. (Atos 16.31)

Trabalhar a vida inteira sem se preocupar com o que vem depois é tão inútil quanto trabalhar a vida inteira achando que isso lhe dará o direito de merecer a vida eterna. Já ouviu falar em graça? Pois é, desde quando algo recebido de favor é pago por algum tipo de esforço? E esta palavra, “graça”, somente é encontrado no cristianismo. Não existem nas demais religiões, justamente pelo fato de que eles não crêem no fato (Jesus), mas sim no esforço que deve ser feito para se obter a salvação.

Ocorre que se você quer auferir a eternidade, basta que você creia em Jesus Cristo e o aceite como seu único e suficiente SALVADOR e nada mais.

É necessário apenas crer no fato de que Jesus Cristo morreu na Cruz por amor a nós, para remir nossos pecados, perdoar nossas ofensas, nossas dívidas e blasfêmias. É a crença neste fato que nos liga ao Céu.

Tanto é verdade que a palavra de Deus nos diz:

“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome”. (João 1.12)

Enquanto as religiões afora são baseadas em preceitos, ideologias, leis, regras, idéias, costumes, exercícios, mentalizações, meditações ou aprendizados; o Cristianismo não.

As demais religiões ensinam que se você estudar bastante e aprender, se fizer isso ou aquilo, se cumprir essa ou aquela regra, exercitar-se assim ou assado, ou até mesmo reencarnar, talvez tenha alguma esperança. Todas elas se baseiam em você fazer algo, no antropocentrismo, ou seja, no homem. O Cristianismo não, pois se baseia no teocentrismo, ou seja, em Deus.

O que faz do cristianismo uma religião singular, “sui generis”, pois não se baseia em fazer algo e sim em crer em algo: JESUS.

Até por que, como alguém pode salvar outrem sendo também pecador? Ou como alguém pode se auto-salvar sendo, por natureza, pecador? É impossível!

Assim como é inútil e impossível tentar lavar o carvão para torná-lo branco, tampouco o homem pode livrar-se do pecado através de seus próprios esforços.

Tanto é verdade que Jesus chegou a dizer:

“Se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova”. (Mateus 15.14)

Razão pela qual, só Jesus pode salvar, só Jesus pode mudar nosso ser, só Jesus pode remir nossos pecados, pois, foi o único que passou por esta terra, pelas mesmas adversidades que nós estamos sujeitos a passarmos, mas se manteve íntegro, sem mácula, sem mancha, sem iniqüidade, sem pecado.

Razão pela qual só em Jesus há vida e só crendo nele viverá, conforme escrito na Bíblia Sagrada que é a tua palavra:

“Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” (João 10.10).

Se não bastasse isto, toda a vinda do Messias a esta Terra ocorreu da maneira como havia sido anunciado pelos profetas.

Nascera de uma virgem, houve sinais no céu a respeito de seu nascimento, o rei Herodes tentou de todas as formas impedir sua vinda matando as crianças abaixo de dois anos, conforme já havia sido profetizado por Jeremias; Jesus chegou a habitar a cidade de Nazaré, morreu por amor a nós, ressuscitou e assim como descrito na Bíblia Sagrada, voltará para buscar àqueles que o aceitaram como o Senhor de suas vidas. Jesus voltará!

Neste sentido aduz a tua palavra:

Eis que venho sem demora: Bem aventurado é aquele que guarda as palavras da profecia deste livro”.(Apocalipse 22.7)

E só viverá eternamente com o Deus-Pai quem aceitou a Jesus Cristo como seu único e suficiente SALVADOR, isto é, quem creu neste fato. Não é pelas suas obras, por sua caridade, por sua bondade, benevolência e sim por sua fé em Cristo Jesus.

Inclusive, o apóstolo Paulo reitera esse ensino que a vida eterna não é pelas obras, mas sim pela fé ao afirmar em Efésios 2.8-9:

“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie”.

Não somos salvos através de nossas obras, mas sim por nossa fé em Jesus Cristo.

Até por que, conforme bem disse o apóstolo Paulo em Efésios 2.10: “somos salvos para boas obras”. Veja que o apóstolo Paulo utiliza a preposição “para” e não “por”, o que significa que nós fomos salvos não pelas obras, mas sim pela fé. As boas obras são na verdade conseqüência, não a causa da nossa salvação.

Se fazemos isto ou aquilo é uma forma de agradecermos a Deus por ter nos dado a salvação, por termos recebidos este favor imerecido através de nossa fé em seu filho Jesus e não o contrário. As boas obras não nos darão o direito de auferirmos a eternidade, mas a fazemos para agradecer àquele que a vida eterna nos deu: Jesus Cristo.

Afinal, a palavra de Deus é bem clara e inequívoca ao afirmar:

“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”. (João 14.6)

Ora, Jesus não é um dos caminhos que leva a eternidade, mas Ele é o caminho. É o único e exclusivo caminho que conduz a vida eterna.

Pois, assim como uma bússola nos aponta a direção a ser seguido, o alvo a ser perquirido, alcançado, almejado e visado para se chegar a um determinado destino; da mesma forma é Jesus Cristo, pois nele encontramos o caminho para a salvação e somente nele há salvação.

Afinal, conforme escrito em Atos 4.12:

“E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”.

Portanto, pense nisso e aproveite mais sabiamente o vosso tempo. Pois, para que canalizar toda a vossa energia num mundo cujo fim é próximo e que já está fadado a sucumbir, a ruir e acabar? Para que depositar sua esperança num Mundo cujo fim é sabido: destruição?

Até por que, o máximo que poderemos adquirir ao final de todo o nosso esforço aqui nesta terra é uma pequena estátua de gesso ou uma placa estampada nas praças desta cidade de serventia para pombos e aves. Será que vale a pena?

Não que não devais trabalhar, estudar, se esforçar, lutar em prol de vossos objetivos, sonhos, metas, projetos, ideais e aspirações, contudo, não canalize todo o vosso tempo, energia e dedicação nisso; ao revés, aproveite mais sabiamente vosso tempo construindo um legado cujo tempo jamais irá roubar, pois em Jesus Cristo há esperança, em Jesus Cristo há vida, em Jesus Cristo existe a eternidade, em Jesus Cristo a vida não se acaba.

Pois, para àqueles que são filhos de Deus a morte não é o fim, mas a transição para a eternidade.

Tanto é verdade que Jesus Cristo chegou a dizer:

“Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente”. (João 11.25-26).

Jesus é o portão para uma vida de satisfação. Jesus é o amigo e pastor que você tem procurado. Jesus é a vida – neste mundo e no próximo. Jesus é o caminho da salvação. Em suma, Jesus é a fonte da vida, pois só em Jesus Cristo há salvação!

Aquele jargão popular que diz que “toda religião conduz e leva a Deus” é um tanto quanto equivocada, errônea, írrita, mentirosa, inverídica, mendaz e falaciosa, haja vista que a Bíblia nos diz que só há um caminho e só há uma porta para se chegar a Deus que é JESUS.

Até por que a Bíblia Sagrada é clara ao afirmar:

“Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho”. (Salmos 119.105)

E eu lhes pergunto: Para que serve a luz? E que caminho é esse?

A luz serve para enxergarmos o caminho em meio à escuridão, em meio às trevas, em meio à penumbra e a obscuridade que assola este mundo. E o caminho nada mais é do que o trajeto que conduz a um destino, que no caso é a salvação. Pois Jesus é o caminho da eternidade.

Portanto, não se iluda com falsas e pseuda-religiões, pois só em Jesus Cristo há salvação! E só viverá eternamente com Deus quem aceitou a Jesus como seu único e suficiente Salvador.

Inclusive, o falecido presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln, chegou a dizer:

“Deus certamente não teria criado um ser como o homem para existir somente por um dia! Não, não… o homem foi feito para a imortalidade”.

Ocorre que só viverá a eternidade com Deus-Pai quem creu em seu filho Jesus. Portanto, pense nisso: o que você pretende fazer da vida, depositar vossa esperança nesse mundo que é temporal, exíguo e passageiro ou em algo atemporal, incorruptível, peremptório, definitivo e eterno?

Pois Deus preparou para ti o plano da salvação e deseja salvar-te, basta apenas que você creia em Jesus e serás salvo.

Talvez você tenha vivido uma vida de dissabores, marcada por decepções, lutas, perseguições, ansiedades, traumas, injúrias, doenças psicossomáticas e difamações.

Todavia, saiba que Deus quer mudar a história de sua vida e lhe dar uma outra dimensão de vida. Deus quer lhe dar alegria, paz, felicidade ante a um mundo sem tais atributos. No entanto, cabe a você decidir haja vista o que preceitua Amós 3.3:

“Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?” (Amós 3.3)

Afinal de contas, Deus preparou para ti a vida eterna. Ocorre que, para desfrutá-la basta apenas aceitar a seu filho unigênito como seu único e suficiente Deus e Senhor, e todo o resto ele fará por ti.

Faça isto, pois em Jesus Cristo há vida, em Jesus há esperança, em Jesus há paz, em Jesus a vida não se acaba.

Ou você ainda insiste em acreditar que o mundo irá melhorar?

Não cometa tal engano, pois conforme bem disse o apóstolo Paulo:

“Porque este mundo não é nossa pátria; nós estamos aguardando a nossa pátria eterna no céu”. (Hebreus 13.14)

Inclusive, o filósofo Hegel chegou a expressar:

“A história nos ensina que o homem nada aprende com a história”.

E neste ponto tenho que concordar com o exímio filósofo sobredito, afinal, nem mesmo a primeira guerra mundial nos ensinou alguma coisa, porque logo se seguiu a segunda guerra.

Vivemos em um mundo onde nunca se teve tantos atrativos recreativos, tecnologias ao nosso dispor, informação, cultura, lazer, Internet, jogos e entretenimento. No entanto, mesmo em meio a tudo isso há inúmeras pessoas deprimidas, solitárias, isoladas, transtornadas, sofrendo de doenças psicossomáticas, fobias, traumas, psicoses, esquizofrenias, despedidas de paz, alegria e felicidade. Por que será?

Porque só Deus pode preencher o nosso vazio existencial. Só Deus pode percorrer os corredores de nossa alma, irrigar as veredas de nosso coração, oxigenar a nossa mente, sarar nossas feridas, mapear e diagnosticar com precisão as nossas doenças, promover a cura, penetrar no âmago de nosso ser, infiltrar nos bastidores de nossa mente, atuar no palco do nosso “eu”, orquestrar e escrever a mais bela sinfonia para a nossa vida, derramar o mais belo balsamo do seu amor, exalar o mais esplêndido e suave perfume a nossa pele, fazer soar, vibrar e ecoar o mais lindo acorde em nós e completar nossa vida, nossa existência e nossa alma.

Só Deus pode penetrar no laboratório de nossa mente, onde nenhum homem pode ir, no cerne de nossa psique e reeditar nossa história, prescrever o remédio para nossas dores, sarar nossas angústias, curar nossas patologias, estancar nossos hematomas, nossas hemorragias emocionais e preencher o vazio de nossa alma com o cálice de seu sublime amor.

Afinal de contas, por mais dinheiro que possamos ganhar nesta vida, sem Jesus Cristo não encontramos a verdadeira paz, o conforto para a nossa alma e nossas aflições.

Até por que, se dinheiro trouxesse felicidade milionários não se matariam, filhos de ricos não usariam drogas, não matariam seus pais, não gastariam “rios de dinheiro” em clínicas de reabilitação ou fortunas com antidepressivos. Razão pela qual só Jesus Cristo pode corrigir as “trincas” de nossa alma, os buracos de nossa psique e as rachaduras de nosso coração.

Inclusive, isto que digo fora, aliás, costado pelo ilustre escritor e psiquiatra, Augusto Cury, que certa feita chegou a afirmar:

“Alguns têm fortunas, mas mendigam o pão da alegria; têm cultura, mas falta-lhes o pão da tranqüilidade; têm fama, mas são parceiros da solidão”.[1]

Porque será?

Por que assim como a ausência de açúcar no chá deixa-o sem sabor, nossa vida sem Jesus Cristo é totalmente despida de beleza, pois só em Jesus há paz e só Jesus Cristo pode preencher o vazio de nossa alma, a sede do nosso ser.

Tanto é assim que o ilustre escritor alemão, Norbert Lieth, chegou a dizer:

“Para muitos, Jesus é apenas uma figura apropriada para uma pintura, o herói de um romance, um belo modelo para uma escultura ou o tema para uma canção. Mas para os que ouviram Sua voz, experimentaram Seu perdão e sentiram Suas bênçãos, Ele é aconchego, luz, alegria, esperança e salvação, um amigo que não nos abandona jamais, que nos levanta quando estamos prostrados”.[2]

Portanto, aceite a Jesus Cristo para que você também possa viver a promessa que Ele nos fez: a vida eterna.

E Você que já aceitou a Jesus Cristo como seu único e suficiente SALVADOR, permaneça nesta fé.

Afinal, conforme bem disse o bandeirante do Cristianismo, o apóstolo Paulo:

“Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé”. (II Timóteo 4.7)

Persevere na caminhada, continue na fé, permaneça neste caminho, nos trilhos da salvação, pois Jesus Cristo voltará.

Até por que, Deus zela por sua palavra e se sua palavra diz que Jesus voltará é porque, verdadeiramente, Jesus Cristo voltará.

Afinal de contas, conforme aduz a tua palavra:

“Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar”. (Lucas 21.33)

“Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido”. (Mateus 5.18)

“Seca-se a erva e caem as flores, mas a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. (Isaías 40.8)

Se não bastasse isto, Jesus Cristo chegou a dizer:

“Virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também”. (João 14.3)

Você ainda tem dúvida de que Jesus Cristo voltará?

Portanto, que sejamos como o rei Davi que certa feita chegou a expressar:

“Espera pelo Senhor, tem bom ânimo e fortifica o teu coração, espera, pois, pelo Senhor”. (Salmo 27. 13-14)

Até por que no mundo não há esperança, afinal, o que esperarmos de um mundo que vai de mal a pior? Um mundo marcado pela desgraça, crise de princípios, perda de valores, quebra de paradigmas, alimentado por guerra, violência, fome, desemprego, epidemias e derramar de sangue.

O que esperarmos de um mundo cujo fim é sabido que é destruição?

O que esperarmos de um mundo onde verdadeiramente não há esperança, mas sim podridão?

Estamos em pleno século XXI e os ideais lutados, guerreados, buscados e almejados na Revolução Francesa de 1789, tais como: Liberdade, Igualdade e Fraternidade até hoje não foram concretizados.

Convivemos em um cenário tão caótico que até hoje as necessidades vitais básicas como saúde, moradia e educação não foram sanadas.

Mesmo com a proclamação da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 ter assegurado tais direitos e os consagrados como direitos fundamentais da pessoa humana em seu artigo 5° e os rotulado como “cláusulas pétreas”, estes ficaram somente e tão-somente nos papéis, na intenção do legislador, haja vista o que é noticiado cotidianamente pelos meios de comunicações.

Um mundo em que informação é processada em um curto espaço de tempo e onde tecnologias mudam na velocidade em que se troca de roupa ao mesmo passo em que situações primárias, arcaicas, rudimentares, embrionárias ainda não foram sanadas. O homem já conseguiu pisar nos solos da lua, mas até hoje não conseguiu resolver a questão da falta de água no nordeste.

A medicina alcançou vôos altaneiros ao mesmo passo em que pacientes ainda continuam perdendo suas vidas nos leitos dos hospitais.

Portanto, será que realmente vale a pena depositar vossa esperança neste mundo?

Afinal de contas, no máximo, seremos lembrados com algumas singelas coroas de flores, alguns choros e um modesto “adeus”. Vale a pena depositar vossa esperança neste mundo?

Até por que eu lhes pergunto: O que é esperança seu o objeto da esperança que é Jesus?

Sabe o que é? É uma vã e profícua crença, um pueril e inocente otimismo!

Razão pela qual insto em afirmar que só em Jesus Cristo há esperança. Afinal, em Jesus Cristo a nossa esperança não é vã, pois ele é fiel e há de buscar àqueles que nele esperam.

Tanto é verdade, a Bíblia Sagrada nos diz em Números 23.19 que:

“Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?”.

Portanto, espere pelo SENHOR Jesus, aceite a Jesus, creia em Jesus, confie em Jesus, pois ele preparou para ti o plano da salvação e virá buscar àqueles que a Ele aceitaram e o aderiram.

Que você aprenda a ser um grande sábio! Um sábio que cuida carinhosamente da sua vida como um garimpeiro que descobriu a mais bela pedra preciosa depois de passar a vida toda removendo rochas e cascalhos.[3]

Portanto, cuide da preciosa pedra que Deus lhe deu, esmerece no trilho que conduz a salvação, enraíze-se no solo firme e inabalável da palavra de Deus, caminhe pelo vale da eternidade e ande sob os holofotes de Jesus Cristo, pois Jesus virá e não tardará!

Saiba que a vida é tão breve como as gotas de orvalho que se dissipam aos primeiros raios de sol.

Um dia, tombaremos na solidão de um túmulo e ali não haverá aplausos, dinheiro, sucesso, fama e bens materiais.

Portanto, aproveite mais sabiamente vosso tempo construindo um relacionamento mais íntimo com Deus.

Afinal de contas, o que importa é construir um tesouro que não está sujeito a ser furtado, roubado, dissipado, exaurido, esquecido, enferrujado, envelhecido, empoeirado, pois em Jesus Cristo a nossa esperança não é vã e improfícua, mas eterna e incorruptível!

Razão pela qual desejo que você cultive o tempo de sua vida em solos férteis, regados e nutridos pela palavra de Deus. Sendo sábio em tempos de insensatez, pois Jesus Cristo virá e não tardará.

Tanto é verdade que em Hebreus 9.28 nos diz:

“Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação”.

Portanto, sede firmes e constantes na fé em Cristo Jesus. Pois Deus preparou para ti o plano da salvação. Que Deus lhes abençoem. Amém!

Por Lucas Peres Torrezan

- Advogado -


[1] CURY, Augusto. 12 semanas para mudar uma vida. São Paulo: Editora Academia de Inteligência, 2007, p.201.

[2] LIETH, Norbert. Conheça Jesus: único, incomparável, maravilhoso. Porto Alegre: Actual, 2000, p. 22.

[3] CURY, Augusto. 12 semanas para mudar uma vida. São Paulo: Editora Academia de Inteligência, 2007, p.18.

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